segunda-feira, 13 de junho de 2011

A PRODUÇÃO DE PESCADO ORGÂNICO É REGULAMENTADA

Em breve os supermercados de todo o Brasil também poderão contar com peixes, crustáceos e moluscos orgânicos, ou seja, cultivados com qualidade e de forma menos intensiva.

A ministra da Pesca e Aquicultura à época, Ideli Salvatti, assinou dia 06/06/2011 uma instrução normativa que regulamenta a atividade.

A nova regulamentação, que será assinada também pelo Ministério da Agricultura, irá estabelecer normas técnicas para os Sistemas Orgânicos de Produção Aquícola a serem seguidos por pessoas físicas e jurídicas. “A Lei para Orgânicos no Brasil, que entrou em vigor no início deste ano, era válida para diversas espécies animais e vegetais, mas não contemplava o setor de pescados”, explica a ministra Ideli Salvatti.

Segundo ela, muitos produtores já produzem pescado orgânico, mas não têm, até o momento, como atestar a qualidade dos produtos pela falta da regulamentação. Este é o caso, por exemplo, de quatro grandes produtores de camarão do Nordeste, que oferecem mais espaço para os animais no sistema de cultivo e não utilizam antibióticos, hormônios ou qualquer produto de origem química. “Sem a certificação, a produção deixa de ter o valor que merece no mercado interno e não pode ser exportada. A nova regulamentação supre esta lacuna”, complementa a ministra.

De acordo com as normas técnicas para os Sistemas Orgânicos de Produção Aquícola, as unidades produtoras deverão possuir registros dos procedimentos de todas as operações envolvidas na produção e dispor de um Plano de Manejo Orgânico atualizado. Os sistemas também devem ser planejados de forma que sejam produtivos e respeitem a necessidade e o bem-estar dos organismos aquáticos. A alimentação dos animais será totalmente de origem orgânica.
Fonte: Ministério da Pesa e Aquicultura, Mídias e Diário Oficial
Edição: Assessoria de Comunicação CFMV

domingo, 12 de junho de 2011

A idéia é boa, mas faltam informações



quinta-feira, 9 de junho de 2011

CLONE NA REPRODUÇÃO

FAJARDO GB TN1, clone do lendário touro nelore Fajardo GB, morto em 2009, estreou na Alta Genetics Brasil, de Uberaba (MG). A expectativa é de que tenha o mesmo sucesso de Fajardo, touro que produziu mais de 460 mil doses de sêmen e foi pai de grandes campeões de pista e reprodução. "É uma oportunidade de continuar a espalhar a genética melhoradora de seu pedigree",diz Marcos Labury, gerente de corte da Alta.
Postado por O.Balarin às 12:30

DIETA SAUDÁVEL, BARATA E ECOLÓGICA

DIETA SAUDÁVEL, BARATA E ECOLÓGICA
Quiche de minhoca ou larva de besouro,bolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insetos estão no centro de uma " dieta saudável, barata e ecológica ", cujo estudo foi encomendado pela ONU. Os professores Arnold van Huis Dennis e Oonincx, da Univercidade Wageningen, na Holanda, promovem a ideia de que comer insetos é bom para salvar o planeta e combater a fome.

Boa alimentação para melhorar índices produtivos


Cuidados com a nutrição de aves, como uso de rações adequadas para cada fase do animal e fornecimento adequado de água podem beneficiar produção
Kamila Pitombeira
Um dos cuidados de manejo que pode garantir a boa produtividade da avicultura é relativo à alimentação. O uso de rações apropriadas para cada fase da vida do frango aliado ao consumo de água de qualidade são as principais preocupações que o produtor deve ter para obter uma produção de qualidade. Segundo Fernando Tavernari, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, uma ração ideal para aves seria aquela que atenderia às suas exigências para manutenção e para produção.

O ideal, hoje em dia, está mais relacionado ao custo dessa dieta, ou seja, o que queremos produzir relacionado ao custo. Atendendo aos requerimentos dos animais, conseguimos obter uma melhor produção. Uma boa alimentação pode beneficiar a produção ao melhorar os índices produtivos — afirma o pesquisador.

Ele diz que o produtor deve buscar atender às diversas fases diferentes do frango. O frango de corte, por exemplo, é dividido em quatro fases: uma pré-inicial, uma inicial, o crescimento e a terminação. Portanto, de acordo com ele, deve-se buscar atender à cada uma dessas fases, garantindo o desenvolvimento dos frangos.

Além disso, para obter uma boa relação custo-benefício, o produtor deve priorizar o menor desperdício possível da ração. Uma vez que, na produção animal, as dietas podem equivaler a até 70% do custo de produção — explica.

Tavernari conta ainda que os principais erros cometidos pelos produtores na hora da nutrição seriam em relação ao desperdício de ração. Esse problema, para ele, deve ser evitado ao máximo possível. Deve-se ainda manter as rações entregues para cada período para serem utilizadas nos períodos para os quais foram formuladas.

Os nutrientes que compõem uma boa ração são muitos, como carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas e minerais. Os nutrientes específicos que compõem uma boa ração seriam basicamente esses, mas não podemos esquecer a importância da água. Não existe consumo de alimentos se não existir o consumo de água — adverte.

De acordo com o pesquisador, a água de boa qualidade é um grande nutriente responsável por melhorar muito o consumo e a produtividade animal.  Já os custos da alimentação variam em função das fases durante as quais são feitas as dietas. Para Santa Catarina, por exemplo, Tavernari afirma que uma dieta inicial varia em torno de R$0,66 por quilo de ração.

A relação da alimentação com a produtividade depende muito da disponibilidade dos alimentos e do custo desses alimentos. Então, a boa qualidade é relativa a quanto o produtor quer produzir no final — explica.
Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Suínos e Aves através do número (49) 3441-0400.


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Para fins comerciais e/ou profissionais, em sendo citados os devidos créditos de autoria do material e do Portal Dia de Campo como fonte original, com remissão para o site do veículo: www.diadecampo.com.br, não há objeção à reprodução total ou parcial de nossos conteúdos em qualquer tipo de mídia. A não observância integral desses critérios, todavia, implica na violação de direitos autorais, conforme Lei Nº 9610, de 19 de fevereiro de 1998, incorrendo em danos morais aos autores.

Cuidados com cordeiros para garantir boa produtividade

Recém nascidos exigem preocupações como cocho especial, técnicas de desmame, abrigo de condições climáticas e oferecimento de colostro

Kamila Pitombeira

Além de cuidados com fêmeas gestantes, é preciso também tomar algumas medidas depois do nascimento de cordeiros. Essas medidas podem garantir a boa produtividade e evitar prejuízos no bolso do produtor. O manejo de cordeiros do nascimento ao desmame foi um dos temas abordados no VII Congresso Brasileiro da Raça Santa Inês, que aconteceu nos dias 12 e 13 de maio em Maceió (AL). Segundo Carla Fabrícia Cordeiro, professora de Zootecnia do Instituto Federal de Alagoas IFAL, o manejo de cordeiros se inicia antes do nascimento. Ela diz que é preciso ter um cuidado com a mãe para que o cordeiro tenha boa formação e nasça com um peso ideal. Isso porque os cordeiros que nascem leves são desmamados também mais leves e terminados mais leves, o que traz prejuízos econômicos.



Os cordeiros, ao nascerem, precisam de alguns cuidados, como a desobstrução das vias respiratórias e massagem pulmonar para ativar a respiração. Também é preciso abrigá-los do frio, da chuva e da corrente de vento, evitando a pneumonia, além de oferecer o colostro, ou seja, direcionar os animais diretamente ao peito das fêmeas — afirma Carla.

Nesse caso, de acordo com ela, há a passagem de forma passiva de anticorpos de mãe para filho, fazendo com que o filhote não fique com a imunidade suprimida. Ela explica que isso é muito importante para que ele comece a desenvolver as defesas do organismo.


Existem ainda vários outros cuidados, como higienização da instalação e verificação da habilidade materna das mães, período que transcorre até o desmame. O desmame está diretamente relacionado com a produção, pois influencia bastante nos níveis de produção, e pode acontecer de duas formas. Existe o desmame precoce, que acontece entre 21 e 45 dias de idade, o semi precoce, que é bastante empregado e acontece de 60 a 100 dias de vida do cordeiro, e o desmame tardio, que acontece em criações extensivas, onde os animais ficam permanentemente soltos. Esse desmame acontece entre 100 e 150 dias de idade — diz a professora.


O desmame precoce, como afirma Carla, é adotado hoje em função de várias vantagens. Ela conta que, com esse tipo de desmame, esgota-se menos a fêmea, pois ela consegue atingir o escore de produção corporal mais rapidamente, atingindo a condição ideal para reprodução antes do tempo.

Com o desmame precoce, diminui-se também os índices de verminoses, pois as fêmeas lactantes são mais sensíveis a esses problemas. Já em relação à produtividade, se os cordeiros nascem 10% menos pesados, quer dizer que teremos uma terminação com 10% menos carcaça — diz.

Carla conta que, entre os principais erros cometidos pelos produtores, está a falta de hábito de criar um cocho privativo para os cordeiros. Esse cocho é responsável por fazer com que eles se desapeguem aos poucos da mãe, comecem a abandonar o hábito da amamentação e passem a ingerir alimentos. O desmame precoce, de acordo com ela, irá beneficiar o ganho de peso.


Para mais informações, basta entrar em contato com o IFAL através do número (82) 2126-7000.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Câmara aprova novo Código Florestal com mudança em regras para APPs

Emenda que o Executivo tentou barrar foi aprovada devido à divisão da base aliada; governo tentará mudança no Senado.

O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o novo Código Florestal (PL 1876/99), que permite o uso das áreas de preservação permanente (APPs) já ocupadas com atividades agrossilvipastoris, ecoturismo e turismo rural. Esse desmatamento deve ter ocorrido até 22 de julho de 2008. O texto, que ainda será votado pelo Senado, revoga o código em vigor.

Essa redação prevaleceu com a aprovação da emenda 164, dos deputados Paulo Piau (PMDB-MG), Homero Pereira (PR-MT), Valdir Colatto (PMDB-SC) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), ao texto-base do relator, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que foi aprovado por 410 votos a 63 e 1 abstenção.
A emenda, aprovada por 273 votos a 182, também dá aos estados, por meio do Programa de Regularização Ambiental (PRA), o poder de estabelecer outras atividades que possam justificar a regularização de áreas desmatadas.

As hipóteses de uso do solo por atividade de utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto serão previstas em lei e, em todos os casos, devem ser observados critérios técnicos de conservação do solo e da água.

O dia 22 de julho de 2008 é a data de publicação do segundo decreto (6.514/08) que regulamentou as infrações contra o meio ambiente com base na Lei 9.605/98.
Antes da votação da emenda, o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), alertou que a presidente Dilma Rousseff vetará a liberação de atividades nas APPs se o governo não conseguir mudar o texto no Senado.

Faixas nos rios
As faixas de proteção em rios continuam as mesmas de hoje (30 a 500 metros em torno dos rios), mas passam a ser medidas a partir do leito regular e não do leito maior. A exceção é para os rios de até dez metros de largura, para os quais é permitida a recomposição de metade da faixa (15 metros) se ela já tiver sido desmatada.
Nas APPs de topo de morros, montes e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação superior a 25°, o novo código permite a manutenção de culturas de espécies lenhosas (uva, maçã, café) ou de atividades silviculturais, assim como a infraestrutura física associada a elas. Isso vale também para os locais com altitude superior a 1,8 mil metros.

O projeto não considera APPs as várzeas fora dos limites em torno dos rios, as veredas e os manguezais em toda sua extensão.
Entretanto, são protegidas as restingas enquanto fixadoras de dunas ou para estabilizar a vegetação de mangue. Se a função ecológica do manguezal estiver comprometida, o corte de sua vegetação nativa somente poderá ser autorizado para obras habitacionais e de urbanização nas áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda.

Anistia e regularização
Dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) indicam a existência de cerca de 13 mil multas com valor total de R$ 2,4 bilhões até 22 de julho de 2008. A maior parte delas pelo desmatamento ilegal de APPs e de reserva legal em grandes propriedades da Amazônia Legal.
Os estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas respondem por 85% do valor das multas aplicadas até julho de 2008 e ainda não pagas.
Para fazer juz ao perdão das multas e dos crimes ao meio ambiente cometidos, segundo o projeto aprovado, o proprietário rural deverá aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), a ser instituído pela União e pelos estados.

Os interessados terão um ano para aderir, mas esse prazo só começará a contar a partir da criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o que deverá ocorrer em até 90 dias da publicação da futura lei. Todos os imóveis rurais deverão se cadastrar.

Título executivo
Quando aderir ao PRA, o proprietário que desmatou além do permitido terá de assinar um termo de adesão e compromisso, no qual deverão estar especificados os procedimentos de recuperação exigidos pelo novo código. Dentro de um ano a partir da criação do cadastro e enquanto estiver cumprindo o termo de compromisso, o proprietário não poderá ser autuado e as multas referentes a desmatamentos serão suspensas, desde que aplicadas antes de 22 de julho de 2008. Depois da regularização, a punibilidade dos crimes será extinta.

Caso os procedimentos sejam descumpridos, o termo de adesão funcionará como um título executivo extrajudicial para exigir as multas suspensas.
Para os pequenos proprietários e os agricultores familiares, o Poder Público deverá criar um programa de apoio financeiro destinado a promover a manutenção e a recomposição de APP e de reserva legal. O apoio poderá ser, inclusive, por meio de pagamento por serviços ambientais.

Fonte: Agência Câmara de Noticias




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Rússia impõe barreiras a carne brasileira

Rússia impõe barreiras a carne brasileira
Por Alex Santos Lopes da Silva

O Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia informou ontem, dia 2 de junho, que 85 plantas frigoríficas brasileiras estavam impedidas de exportar carne para a Rússia, nosso maior cliente para a carne bovina.

As unidades afetadas estão no Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Paraná e a proibição começa a valer a partir de 15 de junho.

A proibição inclui unidades processadoras de todos os tipos de proteínas, frango, suínos e bovinos sob alegação de problemas no serviço veterinário do Brasil.

A Rússia importou em 2010, 429 mil toneladas equivalente carcaça de carne bovina brasileira, o que equivale a 23% de toda a carne exportada naquele ano.

O faturamento com esse comércio foi de US$1,072 bilhão, diante de um faturamento total de US$4,79 bilhões.

Esse volume dá a noção do impacto que essa proibição pode causar no setor, mesmo que as unidades citadas estejam presentes somente em três estados.

A demanda do país é por carne de dianteiro.

Além da redução nas exportações, caso a proibição demore a cair, o mercado interno terá que absorver grande parte da carne de dianteiro que teria como destino a Rússia. Isso pode levar a redução nos preços desse produto nos estados citados, afetando o mercado do boi gordo.

Com a carne de dianteiro mais barata, o consumo se torna mais atrativo em relação a carne de traseiro que também poderá sofrer ajustes.

11º CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE SINCRONIZAÇÃO(IA e TE)

PROGRAMAÇÃO
Dia 29-AGOSTO-2011– SEGUNDA-FEIRA – AULAS TEÓRICAS
• Fisiologia e endocrinologia da reprodução em bovinos
• Dinâmica folicular em bovinos
• Bases teóricas do controle farmacológico do ciclo estral e da ovulação em bovinos
• Eficiência de protocolos para inseminação artificial em tempo fixo para novilhas e vacas (Corte e Leite)
Dia 30-AGOSTO-2011– TERÇA-FEIRA – AULAS PRÁTICAS

Práticas demonstrativas:
• Noções básicas de ultrassonografia aplicada à dinâmica folicular
• Avaliação ultrassonográfica ovariana de fêmeas bovinas submetidas a protocolos hormonais
•Apresentação e considerações sobre os fármacos empregados nos protocolos de sincronização no Brasil 
•Procedimentos para administração de protocolos hormonais em fêmeas bovinas
• Inseminação artificial em tempo fixo em bovinos 
Dia 31-AGOSTO-2011– QUARTA-FEIRA (manhã) – AULAS TEÓRICAS

• Protocolos de sincronização para doadoras e receptoras de embriões
• Eficiência de protocolos de sincronização para superovulação e inovulação de embriões bovinos em tempo fixo 
AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS

Palestrantes Convidados:

• Prof. Pietro S. Baruselli (USP-SP) 
• Prof. Gabriel Bó (IRAC – Argentina) 
• Equipe Geraembryo 

2° CURSO TEÓRICO-PRÁTICO DE TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES

PROGRAMAÇÃO
Dia 31-AGOSTO-2011– QUARTA-FEIRA – AULAS TEÓRICAS

MANHà(junto com o Curso de Sincronização) 

• Protocolos de sincronização para doadoras e receptoras de embriões
• Eficiência de protocolos de sincronização para Superovulação e Inovulação de embriões bovinos em tempo fixo

TARDE 

• Manejo de Doadoras e Colheita de Embriões e Aspiração Folicular (OPU)
• Manejo de Receptoras e Transferência de Embriões
• Bases teóricas para o Congelamento de Embriões
Dia 01-SETEMBRO-2011– QUINTA-FEIRA – AULAS PRÁTICAS

MANHà- Práticas demonstrativas

• Avaliação de Doadoras e Colheita de Embriões 
• Classificação e Congelamento de Embriões 

TARDE - Práticas demonstrativas

• Avaliação de Receptoras e Transferência de Embriões 
• Aspiração Folicular e Classificação de oócitos para FIV
Dia 02-SETEMBRO-2011– SEXTA-FEIRA – AULAS PRÁTICAS

MANHÃ

• Colheita de Embriões pelos alunos 
• Avaliação e Manipulação de Embriões pelos alunos

TARDE

• Transferência de Embriões pelos alunos 
• Congelamento de Embriões pelos alunos
AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS

Palestrantes Convidados:

• Prof. Pietro S. Baruselli (USP-SP) 
• Prof. Gabriel Bó (IRAC – Argentina) 
• Equipe Geraembryo