sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Expediente de Carnaval

Informamos que não haverá expediente no CRMV-PR e na SPMV  nos dias 11 e 12 de fevereiro, com retorno à normalidade ao meio-dia da Quarta-Feira de Cinzas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CFMV DETERMINA NOVOS CRITÉRIOS PARA FUNCIONAMENTO DE ESTABELECIMENTOS VETERINÁRIOS

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicou ontem, 31 de janeiro de 2013, a Resolução n° 1.015, que define alguns novos critérios para o funcionamento de estabelecimentos veterinários como hospitais, clínicas e consultórios. O novo texto altera a Resolução n° 670 de 2000, e estabelece atualizações para acompanhar as mudanças do mercado, garantir melhores condições de atendimento aos animais, acompanhar o desenvolvimento do conhecimento e da tecnologia como também, alinhar-se à legislação sanitária vigente.

“A atualização da norma garante que o atendimento aos animais seja prestado dentro das condições necessárias de segurança, sanidade e estrutura adequada, principalmente para os procedimentos cirúrgicos. É uma forma de proteger os animais garantindo o seu bem-estar e, também, a tranquilidade de seus proprietários”, ressalta o Presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda.

Os estabelecimentos veterinários terão seis meses para se adequar às novas exigências e poderão consultar os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs) para orientações. A fiscalização dos estabelecimentos também será realizada pelos CRMVs.

O que muda

Dentre as alterações, a nova resolução amplia a exigência de equipamentos necessários para o setor cirúrgico, o qual deverá ser dividido em sala de preparo de paciente, sala de assepsia, sala de lavagem e esterilização de materiais, unidade de recuperação anestésica e sala cirúrgica.

Os procedimentos cirúrgicos e de recuperação anestésica deverão contar com sistemas de monitoramento e aquecimento, para observação dos animais e temperatura adequada do ambiente, como também a implantação de sistemas de provisão de oxigênio e ventilação mecânica.

Há novas obrigatoriedades também para a estrutura das salas cirúrgicas como desfibrilador, foco cirúrgico, bombas de infusão e aspirador cirúrgico, além de material cirúrgico em quantidade e qualidade adequadas. Foram acrescentados, ainda, a necessidade de bordas e dispositivos de drenagem para a mesa cirúrgica impermeável e ventiladores mecânicos aos equipamentos para anestesia inalatória.

“Esses novos equipamentos oferecem a garantia mínima para o atendimento de emergências durante um procedimento cirúrgico. Já é grande o número de estabelecimentos que atendem as exigências e, com certeza, os demais terão condições de se adequar dentro do prazo estabelecido pela resolução”, avalia o conselheiro do CFMV, Marcello Rodrigues da Roza, também Médico Veterinário e clínico de pequenos animais.

Outra alteração é a exigência de que os veículos que transportam animais estejam divididos em duas categorias: unidades de transporte e ambulâncias veterinárias. A primeira terá a função única de remoção dos animais e a ambulância deverá ser utilizada somente para atendimentos emergenciais ou de urgências que deverão ser prestados, obrigatoriamente, por um Médico Veterinário.

Na ambulância, a norma prevê, ainda, equipamentos indispensáveis como sistema de maca, sistema para aplicação de fluídos e sistema de provisão de oxigênio e ventilação mecânica, além de monitorização.

Por fim, a normativa também se alinha à legislação sanitária vigente ao exigir maior controle de acesso aos medicamentos. Também exige convênios com empresas para o recolhimento de cadáveres e lixo hospitalar.

Entenda cada categoria de estabelecimento:

Para um atendimento imediato e com maior qualidade é importante que os proprietários de animais entendam as diferenças entre as categorias de estabelecimentos veterinários:
• Hospitais Veterinários são capazes de assegurar assistência médica curativa e preventiva aos animais, de funcionamento obrigatório em período integral (24 horas), com a presença permanente e sob a responsabilidade técnica de médico veterinário.
• Clínicas veterinárias são destinadas ao atendimento de animais para consultas e tratamentos clínico-cirúrgicos, podendo ou não ter internamentos, sob a responsabilidade técnica e presença de médico veterinário.
• Consultórios veterinários são de propriedade de médico veterinário, destinados ao ato básico de consulta clínica, curativos e vacinações de animais, sendo vedadas a realização de procedimentos anestésicos e/ou cirúrgicos e a internação.

Assessoria de Comunicação CFMV



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

CFMV DIVULGA RESULTADO DA PESQUISA REALIZADA COM PROFISSIONAIS DA MEDICINA VETERINÁRIA E DA ZOOTECNIA

O projeto, realizado nos meses de junho e julho de 2012, no site do CFMV, teve como desafio conhecer profundamente as críticas e sugestões de diversos públicos para planejar as novas ações do Conselho em consonância ao Planejamento Estratégico da instituição.

Conheça o perfil dos profissionais que participaram da pesquisa


Entre os Médicos Veterinários, a maior parte (41%) atua em clínica e/ou cirurgia de pequenos animais, 29% são responsáveis técnicos e outros 29% estão na área de saúde pública. Praticamente a metade dos Médicos Veterinários respondentes está no grupo que se formou há mais de dois anos e menos de 10 anos, o que o caracteriza como um público relativamente jovem.
A maioria dos Médicos Veterinários é de profissionais autônomos (45%), seguidos por funcionários públicos (34%) e empregados da iniciativa privada (22%).
No grupo de Zootecnistas, mais da metade atua na área de nutrição animal (56%), seguida pela extensão rural (36%), produção de alimentos e criação de animais domésticos, ambas com 32%. Os Zootecnistas participantes também formam um público jovem, já que 54% concluiu o curso de graduação há mais de dois anos e menos de dez anos.
A maioria dos Zootecnistas respondentes são funcionários públicos (36%), seguidos por funcionários da iniciativa privada (30%) e autônomos (25%) na divisão por região, somados todos os participantes, a maioria é da região sudeste (39%), seguida pelo sul (26%), nordeste (16%), Centro-Oeste (13%) e norte (6%). Por concentrar o maior número de profissionais, os paulistas foram responsáveis por 27% da participação na pesquisa. Em seguida, aparecem Paraná (10%), Rio grande do sul (8%), santa Catarina (8%), Minas gerais (5%) e Bahia (5%).
Principais resultados
A pesquisa revelou que, apesar de ter a sua criação determinada pela Lei 5.517/1968, a atuação do CFMV ainda não é bem conhecida pelos Médicos Veterinários e Zootecnistas. Alguns entrevistados acreditam que é papel da entidade a reinvindicação de melhores salários para a classe. De acordo com a legislação vigente, somente as entidades sindicais têm legitimidade para representar as categorias para fins trabalhistas econômicos.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária foi criado com a missão promover o bem-estar da sociedade e disciplinar o exercício das profissões de Médico Veterinário e Zootecnista, por meio da normatização, fiscalização e orientação das classes. Outra questão que vale a pena destacar é o importante papel do CFMV como Tribunal de Honra, informação desconhecida em algumas repostas dos profissionais no questionário online.
O CFMV atua junto aos 27 Conselhos Regionais, distribuídos nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal, orientando os profissionais sobre assuntos técnicos, normas e legislação; trabalhando para ampliar as fronteiras de trabalho das categorias e garantir que a população e os animais sejam atendidos por profissionais com responsabilidade e excelência.

Assessoria de Comunicação CFMV


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Recesso final de ano


Informamos que o CRMV-PR e a SPMV entrará em recesso no período de 24/12/12 a 02/01/13.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CONFRATERNIZAÇÃO 2012

A Sociedade Paranaense de Medicina Veterinária - Núcleo Regional de Cornélio Procópio, realizou no dia 02/12/2012 a confraternização de fim de ano, que contou com a presença do Dr. Eliel de Freitas Presidente do CRMV-PR.


 Oscar, Marinho, Eliel, Rubinho, Fábio e Luciana.


  Confraternização 2012

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

ELEIÇÃO DA NOVA DIRETORIA


A Sociedade Paranaense de Medicina Veterinária - Núcleo Regional de Cornélio Procópio, realizou no dia 10/12/2012 a eleição da nova diretoria para a gestão 2013/2014.


Nova Diretoria


Presidente eleito Oscar e atual Presidente Luciana 

Diretoria eleita

PRESIDENTE: OSCAR FRANCISCO BALARIN
VICE-PRESIDENTE: ANTONIO ROBERTO DALOSSI
1º SECRETÁRIO: LUCIANA EMANUELLA PEREIRA
2º SECRETARIO: BRUNA CARDIN HOFIG RAMOS
1º TESOUREIRO: FÁBIO MAURO SEGABINAZZI JUNIOR
2º TESOUREIRO: MÁRIO RIBEIRO JÚNIOR
DIRETOR TÉCNICO CIENTÍFICO: FAUZE GOMES GEBARA
DIRETOR DE POLÍTICA PROFISSIONAL: RAFAEL HADDAD MANFIO
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO SOCIAL: FLORIOVALDO HERIBERTO CALDERON

CONSELHO FISCAL EFETIVO:

GEOVANNI CAMARGO
RUBENS CÉSAR PINTO DA SILVA
CARLOS ROBERTO MOREIRA

CONSELHO FISCAL SUPLENTE:

MAURÍCIO DE ROSIS FILHO
SÉRGIO TOSHIYUKI HAMADA
ADRIANO KAGUEAMA

CONSELHO DELIBERATIVO EFETIVO:

LÚCIO ROBERTO BARRETO BRAGA
RICARDO TAKASHI ENDOH
YASSUO CURIAK

CONSELHO DELIBERATIVO SUPLENTE:

MARCIO O. MARQUES
LUIS GUILHERME GONINI MARTINS
JOÃO RICARDO GOMES GATTI

CONSELHO CONSULTIVO:

OSCAR FRANCISCO BALARIN
CARLOS ROBERTO MOREIRA
MARIO RIBEIRO JÚNIOR
YASSUO CURIAKI
FÁBIO MAURO SEGABINAZZI JUNIOR
FAUZE GOMES GEBARA
LUCIANA EMANUELLA PEREIRA  

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Reunião do Núcleo dos Médicos Veterinários

No dia 05/11/2012, na sede do Núcleo foi realizada a reunião mensal que contou com a presença do colega Mauricio Rosis Filho, todos deram boas vindas a ele pelo pronto restabelecimento e o retorno ao nosso convívio.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

PROJETO PROPÕE CRIAÇÃO DE FARMÁCIAS VETERINÁRIAS POPULARES


Está em análise pela Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei n° 4148/12 que prevê a criação de farmácias veterinárias populares. De acordo com o texto da proposta, os estabelecimentos terão natureza privada e comercializarão diretamente ao consumidor, na forma de varejo, medicamentos para uso veterinário a preços subsidiados.
“A medida pretende garantir subsídios para tornar mais baratos e permitir que os medicamentos de uso veterinário sejam utilizados por pequenos agricultores para resguardar seus animais de doenças e epidemias”, afirma o autor do projeto, deputado César Halum (PSD-TO). A proposta também é assinada pelo deputado Junji Abe (PSD-SP).
Para o presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda, a proposta poderá trazer benefícios ao consumidor, no entanto, é importante garantir o controle da compra e venda desses medicamentos. “É primordial definir uma lista de medicamentos veterinários que deverão, obrigatoriamente, ser comercializados somente por meio da prescrição do Médico Veterinário, tais como medicamentos antimicrobianos, anestésicos e antiparasitários”, alerta.
Benedito lembra, ainda, que medicamentos com princípios ativos dessa natureza não podem ser comercializados e aplicados no animal livremente. “É fundamental que haja o controle na aquisição dos medicamentos veterinários. O Médico Veterinário é o único profissional habilitado para acompanhar e tratar os animais de forma segura, sem comprometer a saúde da população”, afirma.
Para ter acesso aos subsídios, as farmácias deverão firmar convênio com União, estados e municípios. Um dos requisitos para funcionamento das farmácias é a presença de Médico Veterinário no estabelecimento. Caberá ao Ministério da Agricultura definir os medicamentos de uso veterinário que receberão subsídios, considerando-se as evidências epidemiológicas e prevalências de doenças e agravos. A produção desses medicamentos será feita por laboratórios privados e públicos, autorizados e sujeitos à fiscalização periódica do ministério.
Os ministérios da Agricultura e da Saúde poderão firmar convênio com entidades públicas e privadas para implantação de novos serviços de disponibilização de medicamentos para uso veterinário. Essas entidades terão seus custos de produção ou aquisição ressarcidos.
As demais regras sobre aquisição, estocagem e comercialização dos medicamentos serão definidas por uma lei complementar posterior.
Preço alto
Os autores do projeto afirmam que muitas famílias de pequenos agricultores deixam de tratar seus animais por não conseguirem arcar com as despesas veterinárias.
Para os deputados, o acesso aos medicamentos veterinários é de extrema importância para a agricultura nacional, uma vez que os principais focos de doenças animais podem surgir em pequenas propriedades de agricultores familiares e se alastrar para outras áreas, causando graves prejuízos para a economia.
Os parlamentares explicam que a proposta se baseia no programa criado pelo governo federal para ampliar o acesso de cidadãos de baixa renda a medicamentos destinados à saúde humana – o Farmácia Popular do Brasil.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Assessoria de Comunicação CFMV

CFMV PUBLICA NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A RESOLUÇÃO N° 1000/2012


Diante de alguns questionamentos sobre a Resolução n° 1000/2012 — que dispõe sobre procedimentos e métodos de eutanásia em animais — o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) esclarece:
Diferentemente das informações que vêm sendo divulgadas, o CFMV reitera que o Médico Veterinário somente poderá fazer a indicação da eutanásia, quando o proprietário não obtiver recursos para custear o tratamento, no caso de animais de produção.
A indicação da eutanásia será admitida, ainda, nos casos em que o animal constituir ameaça à saúde pública; constituir risco à fauna nativa ou ao meio ambiente; e se o animal for objeto de atividades científicas, devidamente aprovadas por uma Comissão de Ética para o Uso de Animais (CEUAs).
Em hipótese alguma, o novo texto sobre procedimentos e métodos de eutanásia em animais, publicado em 17 de maio de 2012 pelo CFMV, admite a aplicação da eutanásia em pets quando o proprietário não possuir recursos necessários para o tratamento; O CFMV explica que nos casos dos pets, como são mais conhecidos os pequenos animais (cães e gatos), o tratamento médico veterinário deve ser a única opção indicada pelo Médico Veterinário quando houver possibilidade de cura e/ou tratamento do animal; o CFMV entende que os hospitais universitários ou públicos são um importante recurso para àqueles que não têm condições de custear o tratamento desses animais.
A edição do texto é uma atualização da Resolução CFMV n° 714/2002, alterada pela Resolução CFMV n° 876/2008. A atualização do texto foi necessária, também, para alinhar os métodos a recentes alterações promovidas na legislação da Associação Americana de Medicina Veterinária e de outros países da Europa.
O CFMV, como órgão máximo da Medicina Veterinária, tem a prerrogativa de normatizar o tema. A Resolução do CFMV n° 1000/2012 é, atualmente, a única referência legal disponível no País, que determina procedimentos e métodos para a prática da eutanásia animal.
Por fim, o CFMV reitera que é obrigatória a participação do Médico Veterinário na supervisão e/ou execução da eutanásia animal em todas as circunstâncias em que ela se faça necessária. A não observância das regras e princípios definidos pela Resolução sujeitará o Médico Veterinário a responder processo ético profissional.

Assessoria de Comunicação CFMV