terça-feira, 12 de julho de 2011

Coleta de embriões sem cirurgia em caprinos e ovinos

Circuito é acoplado à sonda que é passada por canal cervical e atinge útero dos animais, recuperando até 99% do líquido injetado e minimizando riscos

Kamila Pitombeira

A coleta de embriões em ruminantes através de cirurgia é um procedimento utilizado por muitos produtores rurais, mas esse sistema pode provocar danos aos animais, como aderências e morte. Para acabar com esse problema um procedimento não cirúrgico, foi desenvolvido pela Embrapa Caprinos e Ovinos em parceria com a Embrapa Gado de Leite especificamente para pequenos ruminantes, como caprinos e ovinos. O processo é composto por um circuito e uma sonda que trabalham em conjunto, formando um sistema de uso veterinário para coleta de embriões via transcervical.

Segundo Jeferson da Fonseca, pesquisador da Embrapa Caprinos e Ovinos, o circuito é acoplado a uma sonda que é passada pelo canal cervical e atinge, dessa forma, o útero do animal. Dentro do processo de coleta, o líquido é injetado dentro útero e retorna trazendo os embriões que por ventura estejam dentro do útero. 


Esse equipamento foi desenvolvido em função da demanda do mercado de caprinos e ovinos, sobretudo porque todo o material utilizado anteriormente era voltado para vacas. Portanto, o diâmetro e os tamanhos eram inadequados para a anatomia específica dos pequenos ruminantes — afirma o pesquisador. 

Em função disso, os coeficientes de rigidez e de flexibilidade das sondas, assim como o posicionamento e número de furos foram ajustados. Como o circuito foi desenvolvido para atender as peculiaridades dos pequenos ruminantes, a quantidade de líquido injetada passa a ser controlada via seringa.

O primeiro ponto forte desse sistema é a melhoria de produtividade e, além disso, o bem estar dos animais, uma vez que esse procedimento não é cirúrgico, diferentemente de procedimentos adotados mundialmente. Isso porque a cirurgia gera riscos, como aderências e até a morte do animal — explica Fonseca. 

Para ele, o sistema proporciona melhoria tanto na produtividade animal, pois pode ser realizado até dez vezes, ao contrário do procedimento cirúrgico, que só pode ser realizado até três vezes. Além disso, ele promove maior eficiência e controle durante o procedimento, recuperando 99% do líquido injetado dentro do útero, de acordo com o pesquisador, que fala ainda sobre alguns cuidados durante a coleta.

Durante a coleta dos embriões, deve-se ter cuidado com a não abertura do líquido para o ambiente externo, evitando assim que sejam levados contaminantes do meio para dentro do útero do animal — orienta.

Esses equipamentos estão em fase final de licitação e devem ser disponibilizados a partir do segundo semestre desse ano de 2011. Segundo o pesquisador, há perspectivas de que eles sejam adotados mundialmente, tornando o procedimento totalmente não cirúrgico.

Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Gado de Leite através do número (32) 3249-4700.

Fonte: www.diadecampo.com.br

Cuidados com alimentação do gado de leite na seca

Para enfrentar período, produtores devem investir em planejamento, suplementação, análise dos alimentos e orientação de técnicos especializados

Kamila Pitombeira

Uma das épocas mais complicadas do ano para os pecuaristas de algumas regiões do Brasil é o período da seca. Com a escassez de água, as pastagens também ficam escassas e perde-se em qualidade. Para enfrentar esse período, os produtores devem tomar alguns cuidados de manejo e adotar a prática da suplementação alimentar estratégica e econômica. Segundo Luiz Gustavo Pereira, pesquisador na área de nutrição de ruminantes da Embrapa Gado de Leite, é muito importante que o produtor faça um planejamento alimentar para o rebanho.


O produtor deve saber a quantidade de animais a serem alimentados na seca para estabelecer a quantidade de alimentos que precisa ser produzido ou adquirido para alimentar esses animais. Além disso, deve fazer um estudo com suporte de técnicos e verificar as espécies de volumosos suplementares mais adequadas para serem produzidos na propriedade, como cana com uréia, silagem de milho, sorgo, capim de corte e outros, ou adquiridos por meio de compra, como rações concentradas, atendendo assim ao planejamento alimentar — afirma o pesquisador.

No caso da seca, para produção de leite, principalmente no Brasil-Central, Pereira diz que uma das principais opções para a suplementação volumosa é a cana-de-açúcar com ureia. Outras opções são a silagem de milho e sorgo, muito utilizada pelos pecuaristas, além do feno, opção menos utilizada no Brasil.

A melhor forma de produzir leite nas condições brasileiras é usar pastagens tropicais, principalmente gramíneas do gênero Brachiaria, Panicum, Cynodon, entre outros. Mas em determinadas épocas do ano, como na seca, devido ao frio, falta de chuvas e à menor incidência de luz, a produção e a qualidade dos pastos é baixa, sendo necessário planejar estratégias de suplementação das deficiências quantitativas e qualitativas das forrageiras tropicais. O período de suplementação varia para cada região, no Brasil central, como exemplo, pode estender-se de abril a outubro — explica o pesquisador.

Pereira diz que, antes de tudo, além de produzir leite, o produtor deve ser um bom agricultor. Ele precisa escolher a cultura adequada para produzir de forma eficiente e obter alimento barato. O produtor precisa optar por culturas que irão garantir volumoso suplementar em quantidade e qualidade para que o investimento se pague. Ainda de acordo com ele, dependendo do animal que será alimentado, é importante também fazer a complementação alimentar com concentrados.

Além disso, o produtor deve enviar os alimentos suplementares para um laboratório de nutrição para que seja realizada a avaliação da composição bromatológica, fundamental para a formulação de dietas balanceadas. Como a cana com uréia é uma das principais opções para a suplementação volumosa, alguns cuidados especiais devem ser tomados. A uréia, quando usada de forma inadequada, pode causar intoxicação e a morte de animais. A adoção de períodos de adaptação para não intoxicar os animais é muito importante — conta o pesquisador.

Ele orienta usar 1kg da mistura uréia mais sulfato de amônia (relação 9:1)  para cada 100kg de cana. Já no período de adaptação, deve ser usada metade da dose por, pelo menos, uma semana antes de entrar com a dose completa.

Um planejamento alimentar inadequado pode fazer com que o gado produza menos leite, perca peso e deixe de reproduzir. Por isso, é importante ter uma estratégia e um planejamento alimentar adequado aos meses críticos do ano. Além disso, o produtor deve trabalhar com certa folga, ou seja, com sobra de alimentos suplementares, para enfrentar os períodos de escassez de pastagens — afirma.

Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Gado de Leite através do número (32) 3311-7494.

Fonte: www.diadecampo.com.br

CURSO TEÓRICO PRÁTICO DE COLHEITA DE MATERIAL BIOLÓGICO A CAMPO EM GRANDES ANIMAIS E ENVIO PARA DIAGNÓSTICO

CURSO TEÓRICO PRÁTICO DE COLHEITA DE MATERIAL BIOLÓGICO A CAMPO EM GRANDES ANIMAIS E ENVIO PARA DIAGNÓSTICO
(Síndromes Neurológicas, Anemia Infecciosa Equina e Mormo)
 
Participação: Med. Vet. Dr. Romerson Dognani, ULSAV de Ribeirão do Pinhal SEAB/DEFIS/DDSA
PROGRAMAÇÃO:
1.             Primeiro dia:
- Manhã (Aula Teórica):
·         Principais encefalopatias em grandes animais;
·         Raiva dos herbívoros – aspectos epidemiológicos, controle e trabalho em foco
·         Atendimento a campo de síndromes neurológicas
·         Diagnósticos diferenciais
·         Necrópsia a campo
·         Material necessário para colheita
·         Regiões anatômicas de maior interesse para colheita
·         Colheita, preparo, conservação e envio de amostras Documentação anexa
·         Legislação
·         Suspeitas de doenças de notificação obrigatória e procedimentos
·         Competências em caso de suspeitas de síndrome neurológica
 
- Tarde (Aula Prática):
·         Apresentação do material necessário para a colheita
·         Demonstração prática de colheita
·         Apresentação prática das regiões anatômicas interesse para diagnóstico de encefalopatias
·         Colheita de encéfalo
·         Separação de amostras
·         Acondicionamento e conservação de amostras
·         Preenchimento de documentação anexa

2.            Segundo dia:

- Manhã (Aula Teórica):
·         Programas oficiais em sanidade dos equideos
·         Principais doenças de interesse da defesa sanitária animal
·         Anemia infecciosa equina – aspectos epidemiológicos, controle e trabalho em foco
·         Mormo – aspectos epidemiológicos, controle e trabalho em foco
·         Legislação
·         Competências em caso de suspeitas
·         Procedimentos na ocorrência de casos confirmados (foco e perifoco)
·         Colheita, processamento de amostras, conservação e envio de material para diagnóstico
·         Preenchimento de resenha eqüina: Pelagens, linguagem específica e sinais para preenchimento de resenha
·         para preenchimento de resenha equina
·         Correto preenchimento da resenha equina
·         Documentação anexa
 
- Tarde (Aula Prática):
·         Apresentação dos materiais necessários para a colheita
·         Demonstração de colheita
·         Demonstração de processamento de amostra, conservação e envio
·          Demonstração de elaboração de resenha equina
·         Colheita de amostra
·         Processamento de amostra, conservação e envio
·         Elaboração de resenha equina
·         Preenchimento de documentação anexa
·         Avaliação da disciplina e entrega de certificado.
 
 
CARGA HORÁRIA: 16 HORAS (SÁBADO E DOMINGO)
São disponibilizados diversos animais para que os alunos aprendam na prática toda teoria dada em sala de aula.
 
Investimento: (R$ 650,00 à vista)
 
Sinal de R$ 200,00 (Pago no momento da inscrição)
 
Sinal + R$ 450,00 à vista
Sinal + 2x de R$ 230,00
Sinal + 3x de R$ 160,00
Sinal + 4x de R$ 125,00
No Investimento já estão inclusos os custos de hospedagem e alimentação na propriedade.
 Número de participantes por turma: 8
 
 
Conta para depósito:
Banco do Brasil
Agência: 3142-9
C/C: 17262-6
 
Banco Itaú
Agência: 4081
C/C: 03316-1
 
Obs. Enviar por email o comprovante de depósito do sinal para a garantia da vaga. Em caso de desistência, não será devolvido o valor referente ao sinal.
O parcelamento será realizado mediante apresentação de cheque no primeiro dia do curso. Em caso de parcelamento, a primeira parcela será para uma semana antes do início do curso e as seguintes, com intervalos de 30 dias.

Maiores informações: www.sheepembryo.com.br

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Entidades de Fiscalização do Exercício
das Profissões Liberais


CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
VETERINÁRIA
ACÓRDÃO No- 3, DE 4 DE JULHO DE 201
Processo Administrativo CFMV nº 5300/2011. Origem:
CRMV-PR. Decisão: Unanimidade - Conhecido e provido parcialmente,
a fim de anular os atos do processo eleitoral posteriores ao
registro das Chapas, devendo ser realizada nova eleição no dia
8/9/2011, nos termos do Voto da Conselheiro Relator. Méd. Vet.
Amilson Pereira Said.
BENEDITO FORTES DE ARRUDA
Presidente do Conselho

Decisão do CFMV sobre eleições do CRMV-PR

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) se manifestou a respeito das eleições CRMV-PR, realizadas no mês de maio. Veja a decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU).



CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA
ACÓRDÃO No- 3, DE 4 DE JULHO DE 201
Processo Administrativo CFMV nº 5300/2011. Origem: CRMV-PR. Decisão: Unanimidade - Conhecido e provido parcialmente, a fim de anular os atos do processo eleitoral posteriores ao registro das Chapas, devendo ser realizada nova eleição no dia 8/9/2011, nos termos do Voto da Conselheiro Relator. Méd. Vet. Amilson Pereira Said.

BENEDITO FORTES DE ARRUDA
Presidente do Conselho

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ferramenta interativa para suplementação de bovinos

Programa de computador faz parte do programa Minerthal Suplementação de Precisão e promete avaliar corretamente o status nutricional dos animais

Kamila Pitombeira

Na produção pecuária é preciso investir em alimentação de qualidade e, algumas vezes, em suplementos. Mas é importante que o produtor saiba a quantidade certa de suplementos que deve oferecer ao seu gado. Um novo programa de computador voltado para suplementação de bovinos é a aposta da Minerthal, que desenvolveu o aplicativo como ferramenta interativa do programa Minerthal Suplementação de Precisão. Segundo Fernando José Schalch, responsável técnico da empresa, o programa relaciona a necessidade do animal com diversos nutrientes limitantes à produção, com o pasto e com a época do ano na qual esse pasto está envolvido, gerando assim um déficit a suplementar.


— A ideia é evoluir até chegar a um software. Hoje, ele é um pouco menos flexível, pois conseguimos somente avaliar como está o desenvolvimento do suplemento. No futuro, será possível imputar os dados dos animais, do pasto e do suplemento para que o programa feche a avaliação. Atualmente, já conseguimos enxergar a eficiência de alguns tipos de suplementos — afirma o responsável técnico.
Ele explica que, com o programa de computador, é possível navegar por diversas pastas e locais, o que oferece variáveis de tipo de pasto, de animal e de suplemento. Ele serve para que o produtor consiga enxergar e avaliar como está o status da suplementação e assim traçar estratégias.
— O maior objetivo é mostrar então quais são os fatores que interferem na boa suplementação e no resultado final de desempenho. Essa ferramenta consegue mostrar, de forma bem interativa, quais são os fatores que influenciam nos aspectos da suplementação — diz.
Para Schalch, conhecer o animal e os estado produtivo em que ele está é importante. No caso de cria, por exemplo, a demanda de nutrientes do animal ao parto é diferente da demanda do animal ao final da lactação. De acordo com ele, a época do ano e a qualidade do pasto também têm importância. Um pasto de seca é muito diferente de um pasto de águas ou início de águas.
— Já a produtividade está aliada à questão de meta de produção. Se o produtor tem uma estimativa de que o animal deve ganhar 500g por dia, a demanda dele de nutrientes será um número determinado.  Já se a média de desempenho é de 1kg animal/dia, a meta de fornecimento de nutrientes será maior — conta.
Ainda segundo o responsável técnico, um animal bem manejado e suplementado pode produzir de 15% a 20% a mais de bezerro por ano. A ideia, como ele explica, é conseguir enxergar qual suplemento oferece, de maneira mais precisa, a quantidade de nutrientes demandada sem desperdício.
Para mais informações, basta entrar em contato com a Minerthal através do número 0800-122-156.

Aviso Legal
Para fins comerciais e/ou profissionais, em sendo citados os devidos créditos de autoria do material e do Portal Dia de Campo como fonte original, com remissão para o site do veículo: www.diadecampo.com.br, não há objeção à reprodução total ou parcial de nossos conteúdos em qualquer tipo de mídia. A não observância integral desses critérios, todavia, implica na violação de direitos autorais, conforme Lei Nº 9610, de 19 de fevereiro de 1998, incorrendo em danos morais aos autores.


As pastagens são à base da produção de ruminantes, entretanto, estas sofrem uma variação muito grande ao longo do ano, em função das condições climáticas. Dentro deste contexto, mudanças nas áreas de pastagens se fazem necessárias, assim como, o número de animais também pode variar, levando em consideração as mudanças que acontecem nas áreas de pastagens.
Dentro deste contexto, caprinos e ovinos devem ter na sua base da sua alimentação alimentos volumosos de boa qualidade, porém sem esquecer que esses devem ser produzidos a baixo custo. Portanto, para que estes animais possam expressar todo o seu potencial, o planejamento adequado da produção de forragens para fornecimento aos animais é de fundamental importância.
Torna-se necessário um planejamento adequado da alimentação dos animais. O objetivo de se elaborar um bom planejamento alimentar reside no fato de que, esta ação é essencial para garantir o equilíbrio entre produção e a demanda de forragem, assegurando desta forma, alta eficiência na utilização das pastagens e a manutenção de condições favoráveis à sua produtividade e ao desempenho animal.
Sendo assim um planejamento estratégico estabelece metas para a produtividade, estima fluxos financeiros e índices financeiros econômicos, além de proceder avaliações de impacto social e ambiental. Em relação aos recursos forrageiros, o planejamento estratégico do sistema de produção estabelece estimativas da quantidade de forragem produzida em cada área ou piquete e define metas para taxa de lotação, produtividade animal e quantidade demandada de forragem. Porém cabe destacar que, um bom planejamento deve ser levado em consideração, também, quando o sistema de produção adotado é o intensivo confinado.
Para que este planejamento seja realizado, deve ser dispensada atenção com o tamanho do rebanho, assim como informações sobre quais as necessidades nutricionais dos animais. Neste sentido, planejamento alimentar do rebanho, nada mais é do que adequar, ao longo do ano, as necessidades alimentares do rebanho com a produção forrageira das pastagens da propriedade e também de um esquema de suplementação alimentar do rebanho.
Para isto, pode-se recorrer a alguns conhecimentos utilizados na gestão da qualidade total, dentre os quais se destaca o ciclo PDCA (do Inglês Plan, Do, Check, Action), que traduzindo significa planejar, desenvolver, checar e atuar. Logo se entende que é necessário um conhecimento prévio da situação que será trabalhada.
Este planejamento dever ser elaborado, antes da implantação do projeto, baseado no fato de que, os resultados satisfatórios de um sistema de produção animal, só acontecem se além de outras variáveis, a alimentação estiver sendo fornecida adequadamente. Logo, alguns aspectos devem ser considerados, como por exemplo, hábitos alimentares, exigências dos animais, valor nutritivo da ração oferecida, produtividade das forrageiras ao longo do ano, particularidade do uso de determinados alimentos e a viabilidade econômica da ração.
A utilização de uma boa estratégia de alimentação, também é importante. Nesta estratégia, a aquisição de alimentos e o esquema de fornecimento desses alimentos devem ser fatores avaliados criteriosamente. Na aquisição de alimentos, características como tipo, quantidade e qualidade são fundamentais, para que o planejamento possa ser utilizado de maneira adequada. Da mesma forma, no que diz respeito ao fornecimento de alimentos, o método de fornecimento de alimentos, e também a qualidade e a quantidade dos alimentos são pontos importantes que devem ser levados em consideração.
Outro ponto importante é a elaboração de uma escrituração zootécnica adequada, haja vista, que através da análise dos dados obtidos com a implantação deste tipo de ação, se pode obter informações relevantes para o sistema produtivo e desta forma, alcançar sucesso com a atividade da caprinocultura e/ou ovinocultura.

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